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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Android e 10 coisas legais que o iPhone não tem.


Digital Life: Os dois sistemas operacionais que dominam o mercado de smartphones, Android (Google) e iOS (Apple), têm peculiaridades que fazem toda a diferença. Tanto o iPhone quanto qualquer smartphone compatível com o sistema do Google são ótimos quando os quesitos são recursos e praticidades, mas alguns detalhes podem ser cruciais na hora de escolher o que melhor se adapta às suas necessidade. Confira a seguir, 10 coisas bacanas que o Android tem que o iPhone não tem. 

1 - Modo Veicular: o modo veicular é bastante útil aos motoristas. Quando acionado, grandes ícones indicam as principais funções do aparelho e, de maneira prática, ajusta as configurações para evitar que o motorista perca muito tempo escolhendo o que fazer. Por exemplo: quando o modo veicular está acionado, o bluetooth é ativado automaticamente para que o áudio do celular seja enviado diretamente aos alto-falantes do carro, desde que sejam compatíveis. Pesquisas na internet e outros comandos podem ser acionados por voz, poupando trabalho de quem está ao volante.
2 - Economia de dados: nada de surpresas na conta no final do mês. O Android vem com um sistema nativo para controle e economia de dados da rede 3G. Assim, apenas o necessário é utilizado enquanto o aparelho estiver em stand by. O sistema retoma as atividades normalmente quando reconhece uma rede Wi-Fi cadastrada. Existem aplicativos que prestam serviço semelhante ao iOS, mas nada como uma funcionalidade natural do sistema
3 - Android Market: nada de fios. A recém inaugurada loja de aplicativos acessível de qualquer navegador reconhece automaticamente o telefone sincronizado e instala aplicativos sem a necessidade de plugar nada. O único esforço é logar no sistema utilizando o navegador do PC, selecionar um aplicativo, clicar em "instalar". Depois, é só esperar o download terminar para executá-lo.
4 - Definir como toque: parece mentira, mas a Apple não permite que as músicas da biblioteca sejam usadas como ringtones utilizando a interface do celular. Para conseguir, é necessário sincronizá-lo ao computador e realizar uma série de procedimentos nada simples. No Android, assim como na maioria dos sistemas de smartphones, bastar selecionar uma opção e pronto. Qualquer música ou som vira toque para chamadas
5 - Music Player: falando em músicas, o player do Android dá um show à parte. Em parceria com a empresa SoundHound, o sistema vasculha a internet em busca de informações sobre a música que está sendo executada. No testes que fiz, o serviço funcionou muito bem e conseguiu encontrar a letra de quatro das cinco músicas da playlist. Ainda dá para compartilhar o seu gosto musical em uma espécie de rede social que indica onde o estilo musical que você mais curte é mais popular. A boa notícia é que a SoundHound tem um aplicativo que faz praticamente a mesma coisa para iPhones/iPads e iPods

6 - Filtros de lente: Muitos aplicativos adicionam centenas de funcionalidades à câmera do iPhone. E, desde a ultima versão do smartphone, ela tem agradado aos usuários. No entanto, o Android tem opções nativas que podem deixar a experiência de fotografar mais divertida. O sistema permite escolher entre filtros de cores, sépia, imagem em branco e preto e negativo. Além disso, o usuário-fotógrafo pode alternar entre alguns modos que melhoram a foto, como noturno, paisagem, reconhecimento de face, várias imagens em sequência e panorâmica
7 - Gerenciador de arquivos: é bastante complicado gerenciar os arquivos de um iPhone sem plugá-lo no computador e executar o iTunes. Aliás, mesmo dessa forma o controle sobre o conteúdo é limitado (a não ser que o aparelho tenha sido desbloqueado). Alguns aplicativos tentam suprir a incapacidade, mas não conseguem o acesso total aos arquivos contidos na memória. Já no Android o esquema é completamente diferente. O sistema vem com um gerenciador nativo que permite mover, compartilhar e executar arquivos de inúmeras pastas hospedadas no cartão de memória
8 - Gerenciador de aplicativos: se você abusa no número de aplicativos e abre tantas abas no navegador que o sistema começa a ficar lento, o Android tem uma ferramenta que mostra quais os aplicativos estão consumindo mais memória RAM. Assim fica bem mais fácil controlar para deixar o celular sempre tinindo. Você só terá uma experiência semelhante no iPhone se apelar para aplicativos à venda na App Store
9 - Gerenciador de bateria: além do gerenciamento da memória RAM, outra ferramenta do Android é bastante útil quando a preocupação é a bateria. O sistema possui um gerenciador nativo que exemplifica na prática o quanto de bateria ainda resta. Em outras palavras, a ferramenta diz quantas horas de conversação a bateria ainda aguenta, assim como quanto tempo de navegação a bateria é capaz de sustentar. Além disso, o Android conta com um ecoonomizador noturno, que identifica as horas do dia de uso menos intenso e desliga recursos desnecessários. "E no iPhone não tem isso?" Só com aplicativos à venda na App Store
10 - Sem restrições: se você acompanha um pouco o mundo dos smartphones já deve ter lido que o iPhone e os outros gadgets da Apple não rodam nativamente o Flash, plugin responsável por decodificar grande parte da publicidade e sites de animações na web. Diversos browsers disponíveis na App Store tentam consertar a deficiência no iOS, mas a polêmica continua. Enquanto a Apple e a Adobe (desenvolvedora do plugin) se digladiam, o Android corre por fora e oferece plena compatibilidade com os sites feitos em Flash. No exemplo acima, testamos a página do DJ Marky. Funcionou com perfeição.

Digital Life: O Android ganha mercado a cada dia. Foi o sistema mais vendido no último trimestre de 2010, superando o Symbian, da Nokia, líder absoluto até então. Mesmo com a ascensão do sistema do Google, o iPhone consegue manter o status de celular mais cobiçado de todos os tempos. Mas o sistema da google tem batido todos os recordes de vendas, Bem esse quadro ainda pode mudar tão logo a Nokia crie coragem e assuma a morte do seu sistema Symbian e ponha á venda smartphones com o sistema operacional desenvolvido pela Microsoft e aí veremos como ficará essa disputa...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O que você precisa saber antes de comprar uma TV de alta definição


Digital Life: Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para você.
Televisores de alta definição  tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para exibição de um disco Blu-Ray). Os modelos com iluminação LED estavam começando a aparecer e os preços eram astronômicos. Atualmente, esses modelos estão um pouco mais acessíveis, e os preços despencaram em comparação à época.  
Muitas mudanças nos aparelhos de alta definição definitivamente afetaram o que é visto nas lojas quando o consumidor procura uma HDTV. Muito do que foi aconselhado no passado ainda se aplica, mas há alguns pontos novos para prestar atenção na hora de fazer a compra.  

1. Esqueça as noções antigas sobre as TVs de tela fina
Antes era mais fácil perceber a diferença entre uma televisão de plasma e um modelo LCD. As plasmas eram maiores e com uma "imagem de cinema", resultado da capacidade de alcançar tons de preto muito mais escuros e lidar com movimentos muito rápidos. Em comparação as telas LCD  eram menores e muito mais brilhantes. Mas essas distinções estão desaparecendo em aparelhos de 40 a 50 polegadas, especialmente com a chegada de LCDs que usam iluminação traseira "full-array" com escurecimento local (em contraste à iluminação LED mais barata, mas menos atrativa).  
O escurecimento local – a habilidade de escurecer LEDs individuais ou grupos de LEDs em determinada parte da tela para produzir tons mais escuros – permite que o aparelho exiba tons de preto mais intensos, e esse tipo de característica tem aparecido na categoria de aparelhos de 46 a 50 polegadas, antes dominada pela plasma. Logo, não julgue uma TV apenas pela espessura. 
2. Leve em conta o consumo de energia
Essa distinção entre plasma e LCD se tornou ainda mais significante nos últimos anos. Aparelhos LCD sempre consumiram menos energia do que as plasmas, mas os modelos LCD com iluminação LED são ainda mais econômicos e são mais eficientes do que as tradicionais LED com iluminação CCFL (lâmpadas fluorescentes). Se o consumidor assiste muita televisão, é mais recomendável, pagar um pouco mais por uma televisão LED, a economia virá na conta de luz.  No geral, vale o conselho: pesquise o consumo de energia de qualquer eletrodoméstico, inclusive TVs, antes de comprar. 
 3. Leve seu próprio material de teste
Muitos dos problemas que aparecem no uso cotidiano não vão estar aparentes nos vídeos contínuos ou na programação ao vivo que é demonstrada na loja. Como já foi dito, o teste ideal é usar um filme em Blu-Ray em um aparelho conectado à televisão a patir de um cabo HDMI. 
Se a TV for usada para exibir conteúdos de outras fontes, leve qualquer dispositivo que possa ser conectado na televisão, desde drives USB (leitores de cartão SD estão se tornando cada vez mais raros) até filmadoras, netbooks ou mesmo telefones celulares. Converse com o vendedor da loja para permitir que esses dispositivos sejam plugados – e use conteúdos que exijam muito do aparelho, como alguns exemplos a seguir.  
4. Procure por artefatos nas imagens
Fique de olho em imagens que tremem levemente quando na verdade deveriam estar perfeitamente estáticas. As linhas retas em prédios ou paredes de tijolos parecem "dançar"? 
Verifique também se há um efeito moiré em certos tecidos ou superfícies com texturas, como uma parede de tijolos. Ambos são problemas (artefatos) indesejáveis, que prejudicam a qualidade de imagem.
5. Examine as imagens com movimento
Nesse caso, deve-se procurar por problemas similares decorrentes da forma como a TV trata imagens em movimento. Você vê sombras fixas quando a câmera se move de um lado para o outro (o que pode acontecer em alguns televisores LED com iluminação nas bordas)? Os detalhes aparecem borrados? Nos testes em laboratório com as HDTVs, a performance em movimento se tornou um grande diferencial entre os dispositivos.  
Novamente, esse já foi um ponto forte das TVs de plasma, mas agora temos LCDs com taxas de atualização cada vez maiores (240Hz e até 480Hz, contra os modelos com 60Hz ou 120Hz de alguns anos), além de algumas tecnologias proprietárias para lidar com o movimento. Contudo, não aceite simplesmente os números ou o apelo do mercado. Faça seus próprios testes.  
6. Coloque o aparelho no modo de uso “doméstico”
Quase todos os modelos de HDTV atuais possuem assistentes de instalação que permitem configurar o aparelho para uso doméstico ou demonstração em lojas, e é quase certeza que a TV que você está vendo na vitrine está neste último modo.
O modo de demonstração para lojas coloca o brilho muito alto, já que os consumidores são atraídos por imagens brilhantes. Mas em uma sala de estar escura a mesma imagem pode parecer clara demais. Peça ao funcionário da loja para ver o aparelho funcionando no modo de uso doméstico (geralmente é possível alterar a configuração no menu da televisão). 
7. Inspecione as configurações pré-definidas
A maioria das HDTvs possuem modos pré-definidos de imagem que ajustam os controles mais importantes (brilho, contraste, tons e outros) para otimizar a exibição de jogos, esportes, filmes e daí em diante. Confira essas configurações; grande parte dos menus permite que o usuário veja como as mudanças afetam o que está sendo exibido. Certifique-se que o aparelho permita que sejam criadas configurações customizadas caso não concorde com o gosto do fabricante.  
8. Observe o tom de pele que está sendo exibido
As cores que estão sendo mostradas na TV estão boas? Um bom jeito de verificar isso é assistir a clipes com pessoas e usar os controles de imagem da televisão para fazer com que o tom de pele pareça mais natural e agradável – e então ver se o resto da imagem também está bem representado.  
Se a cena tem muitas cores brilhantes, certifique-se que as pessoas não pareçam estar queimadas de sol– um problema comum quando algumas cores são muito saturadas. 
 9. Não use desenhos animados nos testes
Há uma razão pela qual muitos vendedores preferem exibir filmes de animação nos aparelhos – e não é por simpatizarem com eles. Os atuais filmes gerados em computador ficam ótimos em quase todas as telas modernas.  É muito melhor escolher filmes de ação ou programas de televisão, que geralmente não são desenvolvidos visando a perfeição. O mesmo acontece em cenas de games: a não ser que o usuário tenha planos para jogar muitos games na TV, não é preciso prestar atenção aos vídeos de demonstração dos jogos. 
 10. Veja e ouça
Infelizmente, a maioria das grandes lojas exibe dezenas de televisores de alta definição nos departamentos, então não é possível ouvir o som de um aparelho específico. Se o objetivo é acoplar um sistema de home theater ou alto-falantes externos à TV, isso não é um problema.  
Mas caso você esteja planejando usar o sistema de som do próprio aparelho, veja uma maneira de testá-lo com um filme em Blu-ray que mostre suas capacidades de som surround. Felizmente, os sistemas integrados tem melhorado muito nos modelos mais recentes, com alto-falantes mais robustos e uma capacidade de simulação surround cada vez melhor. Mas, novamente, não julgue o aparelho somente pela quantidade ou tamanho dos alto-falantes – ouça você mesmo. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O que realmente importa na hora de comprar uma TV de alta-definição

Digital Life: Quando o assunto são TVs, tamanho é documento. Mas isso não significa que maior seja sempre melhor. Fabricantes de TVs adoram alardear números impressionantes, como taxa de contraste e tempo de resposta. Mas geralmente é difícil entender exatamente o que estes termos significam, e algumas vezes é impossível compará-los com os números de uma TV de um concorrente. Então, na hora de comprar uma TV, concentre-se em encontrar um modelo com o tamanho certo para a sua casa.

O que não importa
Taxa de contraste: na teoria esta medida indica a diferença entre o tom mais escuro e o mais claro que a TV consegue reproduzir, já que para nós imagens com alto contraste parecem mais realistas. Infelizmente, os fabricantes fazem a medida por conta própria, sem nenhuma padronização nos testes. Portanto, a taxa de contraste não pode ser considerada nem de longe um indicador confiável da qualidade de imagem de uma TV.
Tempo de resposta: é o tempo que a TV leva para “mudar” um pixel de uma cor para outra, como de preto para branco e depois preto de novo, ou de um tom de cinza para outro. Um menor tempo de resposta evita o efeito de “borrão” ou “fantasma” em imagens com objetos em movimento.
Entretanto, a não ser que você leia as letrinhas miúdas, não fica claro qual medida o fabricante está anunciando (a transição preto-branco-preto no geral leva duas vezes mais tempo do que cinza-cinza). E hoje em dia a maioria das TVs tem um tempo de resposta bom o suficiente para que você não precise se preocupar com isso.
O que às vezes importa
Taxa de atualização: é a velocidade com que a TV redesenha a imagem na tela, e no geral só se aplica a TVs LCD. A diferença entre uma TV com taxa de atualização de 60 Hz para uma de 120 Hz é tremenda, mas além disso ela não importa muito. Já vimos TVs de 120 Hz ganharem de modelos de 240 Hz em testes de movimento, porque a interpolação de quadros usada nos modelos de 240 Hz cria artefatos que causam um “engasgo” no movimento.
O que realmente importa
Tamanho: isso é realmente importante, mas não do jeito como você está pensando. A maioria das pessoas quer a maior TV que pode comprar, mas se sua sala de estar não tiver o espaço necessário entre a tela e o sofá, você pode acabar com uma qualidade de imagem inferior. Ou seja, sua mãe estava certa: não se deve sentar muito perto da TV, já que em telas grandes é possível ver as linhas que compõem a imagem. É como sentar lá na primeira fila no cinema.

Digital Life: O cálculo da distância ideal não é complexo. Primeiro converta o tamanho da tela em polegadas para centímetros, multiplicando ele por 2,5. Ou seja, uma tela de 42 polegadas tem 105 cm. Depois, multiplique esse valor levando em conta a resolução da tela, HD (720p) ou Full HD (1080p). Uma TV HD deve ter o valor multiplicado por 3, ou seja, a distância ideal do sofá até a tela é de 3 metros e 15 cm. Já nos modelos Full HD, multiplique por 2. Nesse caso, a distância ideal deveria ser de 2 metros e 10 centímetros.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Android conquista quase 50% do mercado de smartphones

       Digital Life: Desde o ano passado que  venho anunciando aqui no Blog, manchetes e escrevendo artigos que reforçam o sucesso do Sistema Android. Multitarefa, bem intuitivo,  interativo e  diferente dos concorrentes, o Android  não é um sistema proprietário, exclusivo de uma única marca, permitindo aos fabricantes ousarem nos designes e nos atributos de hardware dos seus aparelhos.
 
Matéria publicada pela (Reuters - FRANKFURT ): A plataforma Android, do Google, conquistou quase 50 por cento do mercado global de smartphones, dominando principalmente a região da Ásia-Pacífico, afirmou a empresa de pesquisas Canalys nesta segunda-feira.
O Android, adquirido pelo Google em 2005 e lançado para smartphones em 2008, é usado por quase todas as grandes fabricantes de aparelhso móveis, incluindo HTC, LG, Motorola e Samsung.
O sistema era a plataforma número um em 35 dos 56 países monitorados pela Canalys, resultando em uma participação de mercado de 48 por cento, afirmou a empresa.
Em comparação, a Apple, que vendeu 20,3 milhões de iPhones, ocupa um distante segundo lugar, com market share de 19 por cento, mas superou a rival finlandesa Nokia como a maior vendedora individual de smartphones.
A Samsung também superou a Nokia, mas a Canalys disse que a fabricante sul-coreana poderia ter se saído melhor.
"A Samsung fracassou em se aproveitar totalmente do estado enfraquecido da Nokia ao redor do mundo, à medida que a empresa finlandesa passa por um período de transição desafiador", disse o analista Chris Jones da Canalys.
"Ela é a vendedora melhor colocada para crescer às custas da Nokia, tirando vantagem de sua escala global e de seu alcance de fornecimento, mas ainda não fez o suficiente para tirar proveito disso, particularmente nos mercados emergentes".
A Samsung, que vende smartphones rodando o Android, assim como seus próprios aparelhos com o software Bada, vendeu cerca de 17 milhões de aparelhos, alta de 421 por cento contra um ano antes.

Digital Life: Devo confessar que tenho apreço pela  Samsung e seus produtos, mas procuro sempre ser imparcial, sendo assim devo dizer que essa gigante Coreana as vezes me mete medo... Como é que ela consegue ser uma das melhores marcas em tantos produtos diferentes?...
Como Tvs , Aparelhos de Som, Geladeiras, Computadores, Ar-condicionados , celulares, smartphones, tablete e agora até carro, isso mesmo carro...
Mas isso fica pra outro artigo que publicarei aqui em breve, mas seja como for a Marca Coreana, parece ter planos bem ambiciosos...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O que realmente importa na hora de comprar um smartphone?

Digital Life: Velocidade do processador e câmeras sofisticadas estão ganhando cada vez mais destaque nas fichas técnicas dos smartphones. Mas estes não são os fatores mais importantes na escolha de um novo aparelho.
Quem procura um novo smartphone pode facilmente se confundir em meio à guerra de especificações técnicas travada pelos fabricantes. Escolho um modelo com processador Single-Core ou Dual-Core? Com ou sem saída HDMI?
Mas na prática os smartphones atuais não passam de grandes “telas”, e o que importa é o quão bem seus aplicativos, fotos e vídeo irão aparecer nelas. Aqui mostro quais as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em seu próximo aparelho.

O que às vezes importa
Muitos “megapixels” na câmera: quando o assunto é qualidade de imagem a resolução do sensor é irrelevante. Já vimos fotos tiradas com um smartphone com sensor de 5 Megapixels que ficaram muito melhores que as feitas com uma câmera digital de 8 Megapixels. 
Se você vai ver as fotos no próprio smartphone, compartilhá-las via e-mail e MMs ou publicá-las no Facebook ou Orkut depois de aplicar efeitos com o Instagram ou Hipstamatic, um aparelho com câmera de 12 Megapixels é exagero tanto em resolução quanto em tamanho de arquivo. 
Ainda assim, na hora da compra prefira smartphones com câmeras de pelo menos 3 Megapixels, já que isso dá mais flexibilidade na hora de manipular as imagens, especialmente se você usa seu smartphone como sua câmera principal. 
Velocidade do processador: smartphones com processadores dual-core são a nova onda, mas tanto poder não é realmente necessário para o usuário comum. A não ser que você pretenda rodar dezenas de aplicativos simultâneamente ou jogar jogos com gráficos 3D extremamente sofisticados, ficará satisfeito com qualquer smartphone com um processador de 1 GHz.
Teclado físico: um teclado pode ser uma boa opção para quem digita muitas mensagens e e-mails, mas sua simples presença não é satisfação garantida. Experimente o aparelho antes, já que muitas vezes as teclas podem ser duras ou pequenas demais, especialmente para quem tem mãos grandes.
Um bom teclado virtual, como o teclado padrão do Android 2.3 ou o “Swype” incluso em muitos aparelhos Android, pode acabar sendo mais útil que um teclado real apenas mediano. Especialmente em aparelhos com telas de 3.5 polegadas ou mais.
O que realmente importa
A tela: se você pretende navegar na web, editar documentos ou compor e ler muitos e-mails e mensagens de texto, precisa de uma tela com tamanho suficiente. Para os usos que citamos, por exemplo, qualquer tela menor do que 2.7 polegadas vai parecer “apertada”. 
Leve em consideração também a resolução da tela. Quanto maior a resolução, mais conteúdo caberá nela, e maior será a nitidez de vídeos e fotos. No caso de smartphones Android uma tela de 240 x 320 pixels pode ser adequada para mensagens curtas, mas para navegar na web uma tela de 320 x 480 pixels é o mínimo, e 480 x 800 pixels é o ideal. Telas de resolução ainda mais alta, como a de 4.3 polegadas e 540 x 960 pixels do Motorola Atrix, são ideais para assistir vídeo e jogar.
A tecnologia usada na tela também pode fazer diferença. Telas AMOLED ou Super AMOLED tem alto brilho, contraste sem igual e excelente nitidez e ângulo de visão, o que as tornam ideais para filmes. Entretanto, há quem ache que as cores ficam saturadas demais.
Autonomia de bateria: de que adianta ter uma Ferrari se a gasolina acaba antes de você chegar à esquina? É a mesma coisa com os smartphones. O problema é que a autonomia de bateria de um aparelho moderno é uma coisa difícil de medir, já que depende de inúmeros fatores como o brilho da tela, quais aplicativos estão sendo usados, se o aparelho está conectado a uma rede 3G ou não, se o Wi-Fi ou GPS estão ligados, etc.
Os fabricantes informam números como “300 horas em espera, 7 horas em conversação”, mas eles são obtidos em laboratório, raramente correspondem à realidade e é difícil traduzí-los para os parâmetros modernos de uso. 7 horas de conversação equivalem a quantas horas de navegação na web, de música ou de Angry Birds?
O aparelho ideal tem 10 horas de autonomia “real”, o suficiente para um dia típico de trabalho sem precisar de uma recarga no meio do caminho. Ainda assim, o seu dia típico provavelmente é diferente do meu, o que irá influenciar a autonomia. Por isso a importância da pesquisa, para ter uma idéia geral de como o aparelho se comporta sob vários perfis de uso.
 
Digital Life:O fato é que smartphones modernos consomem muita energia, e você nunca irá encontrar um modelo como os velhos celulares Nokia com telinha monocromática que duravam quase uma semana fora da tomada. Manter um carregador ou cabo USB extras na bolsa é uma boa idéia, especialmente se você é um “heavy user”.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O que realmente importa na hora de comprar uma câmera digital?

Digital Life: Telas grandes e muitos megapixels podem parecer importantes, mas há outros recursos que vão lhe trazer mais benefícios.
Uma década após o início da revolução da fotografia digital, ainda há muitas pessoas que acreditam que mais megapixels são sinônimo de fotos melhores. Mas recursos que ajudem você a fazer fotos de alta-qualidade, inicialização rápida e controles fáceis de usar são mais importantes. Veja o que você deve levar em conta antes de comprar.

O que não importa
Zoom digital: a tecnologia de zoom digital está ficando cada vez melhor, mas funções como “zoom digital”, “zoom aprimorado”, “zoom inteligente” ou outros nomes criativos ainda fazem a mesma coisa de sempre: recortam uma porção do centro da imagem e a redimensionam, o que reduz a resolução e a nitidez da imagem resultante. Você pode fazer a mesma coisa usando um editor de imagens (como o Photoshop ou Gimp), geralmente com resultados melhores.
Zoom óptico, entretanto, é extremamente útil, especialmente para tirar fotos à distância de crianças e animais em seu “habitat” natural, sem recorrer a poses forçadas. 3x é o mínimo encontrado nas câmeras domésticas, 6x já é um bom número.
Estabilização digital de imagem: já vimos câmeras com sistemas de estabilização ópticos e mecânicos incrivelmente eficazes. Mas estabilização digital? Não presta.
Esta técnica funciona de duas formas: Nas fotos a câmera pode levar a sensibilidade à luz (ISO) a níveis elevados, possibilitando o uso de uma velocidade menor do obturador, mas com potencial para produzir ruído na imagem. Já nos vídeos ela funciona como o zoom digital, recortando uma porção do centro da imagem e aumentando-a, e usando o restante da cena como um “buffer” para garantir que o centro da imagem pareça sempre estável. Em ambos os casos, a qualidade sofre.
Embora nunca tenhamos ficado impressionados com uma câmera que equipada apenas com estabilização digital, constatamos que câmeras que combinam esta técnica com estabilização mecânica ou óptica são no geral bastante eficientes.
Tamanho e resolução da tela: queira ou não, as câmeras domésticas praticamente não tem mais visores (viewfinders) ópticos, e telas LCD de 3 ou mais polegadas são comuns. Estas telas são ótimas para rever as imagens e fazer a composição das cenas, mas podem drenar a bateria mais rapidamente.
Além disso, um LCD de alta-resolução e pequeno tamanho podem fazer com que suas fotos pareçam melhores do que realmente são, e ocultar defeitos como falta de nitidez. E você só irá notar isso quando descarregar as imagens em seu computador, ou seja, quando já tiver perdido a chance de bater a foto. Nunca confie no preview em tela cheia, sempre amplia as imagens para “tamanho real” no LCD para saber se realmente estão boas ou não. Também não julgue exposição e fidelidade de cor pelo LCD: use a função de Histograma da câmera (consulte o manual).
O que às vezes importa
Megapixels: você não deve ignorar esta medida completamente, mas tenha em mente que ela é muito mais importante no mundo das DSLRs e câmeras de sensores grandes do que nos modelos domésticos.
Muitas pessoas acreditam que o número representa a qualidade da imagem, e que maior é melhor, mas na prática ela é uma simples medida do tamanho da imagem em pixels, e mais importante na hora de calcular o tamanho máximo com o qual ela poderá ser impressa sem perda notável de definição.
Para se ter uma idéia, uma câmera de 3 MP já tem resolução suficiente para impressões no tamanho mais comum, 10 x 15 cm. Muitos megapixels são importantes se você pretende imprimir imagens em grandes formatos (como pôsteres), ou pretende recortar e ampliar porções de uma imagem. Nesse caso, uma imagem maior lhe dá mais flexibilidade e uma margem maior para trabalhar com segurança.
Em câmeras com sensores pequenos, como as câmeras domésticas ou as de celulares, resoluções altas demais podem levar a fotos com muito ruído, e resultam em arquivos maiores, o que diminui o número de imagens que você pode armazenar no cartão de memória e limita sua habilidade de compartilhá-las via e-mail ou redes sociais sem ter de redimensioná-las em um editor de imagens antes. Apenas as câmeras DSLR tem óptica poderosa e sensores do tamanho necessários para realmente capturar imagens de alta qualidade em alta resolução.
Gravação de vídeo em alta-definição: você pode se interessar por uma câmera porque ela grava vídeo em “alta-definição”, mas nem todos os vídeos de alta-definição tem a mesma qualidade, mesmo os em “Full HD” (1080p). De forma similar aos megapixels, 720p e 1080p são simplesmente referências ao número de linhas horizontais na imagem. A qualidade da imagem depende de outros fatores como a taxa de dados (bitrate), número de quadros por segundo (framerate), qualidade da lente e do sensor, algoritmo usado na compressão das imagens (codec),  e muitas outras variáveis.
A qualidade de vídeo é difícil de quantificar e generalizar. Já vimos tanto câmeras domésticas quanto DSLRs que gravam ótimos clipes, mas também muitos modelos que desapontam. Nossa sugestão é gravar um pequeno clipe na loja e pedir para o vendedor reproduzí-lo numa TV de alta-definição. Se isso não for possível, procure na internet por reviews que contenham amostras do vídeo, a maioria dos sites especializados faz isso. Pesquise por algo como “nome_da_camera video sample”
ISO: este é outro número que vale muito mais no mundo das DSLRs. A maioria das câmeras domésticas atuais tem níveis de sensibilidade à luz assombrosos - geralmente até ISO 6400 ou ISO 12800 - mas seus pequenos sensores se aquecem rapidamente, o que adiciona muito ruído à imagem a partir de ISO 400. DSLRs podem ligar com ISO alto de forma muito mais eficaz, graças em parte aos sensores com maior superfície. 
Se fotos sob pouca luz e cenas de ação (como esportes) são importantes para você, então uma DSLR com ISO alto será uma boa escolha. Mas se você quer uma câmera doméstica, procure um modelo com um “modo noturno” especializado, que faça mais do que simplesmente aumentar o ISO. 
O que sempre importa
Botões para controle manual: se você quer levar a fotografia a sério, não precisa começar comprando uma DSLR. Você pode economizar dinheiro e ainda aprender muito comprando uma câmera compacta com controles manuais completos de abertura, obturador, foco e compensação de exposição. É uma boa idéia experimentar com estas opções para ganhar experiência antes de gastar uma boa grana em uma DSLR.
Uma câmera com botões manuais e seletores é uma boa idéia por algumas razões: eles tornarão o uso de uma DSLR mais intuitivo, e os controles manuais baseados em telas de toque ainda não estão em sua melhor forma.
Inicialização rápida e modo “burst”: o atraso do obturador não é mais um problema. No geral, todas as câmeras focam rapida e automaticamente assim que você pressiona o botão do obturador pela metade, e batem a foto imediatamente em sequência. 
Ainda assim, as câmeras modernas às vezes lhe fazem perder uma foto de algumas formas: uma inicialização lenta é uma delas: a câmera “demora para ligar” e até ela estar pronta o momento já passou. Procure câmeras que estejam prontas para fotografar em cerca de um segundo e meio. 
O “modo burst” ou “modo contínuo” é outro fator injustamente ignorado. Mesmo que você não seja um fotógrafo de esportes ou ação, a capacidade se segurar o botão do obturador e fotografar continuamente podem ajudá-lo a capturar a imagem perfeita de um bichinho de estimação hiperativo ou um bebê inquieto. O ideal é um modo contínuo de 3 fotos por segundo ou mais, mas tenha em mente que neste modo algumas câmeras reduzem a resolução da imagem para aumentar a velocidade de processamento.
Recursos que atendam às suas necessidades: não faz sentido comprar uma Ferrari se você só precisa de um carro para levá-lo até a padaria a 60 Km/h. Da mesma forma, a coisa mais importante a levar em conta antes de comprar uma câmera é como você irá usá-la e quais os recursos que melhor atendem às suas necessidades (e seu bolso).
Quem gosta de fotografar esportes ou a animais silvestres precisa de zoom com longo alcance e um modo contínuo rápido. Se você quer levar a câmera nas férias, estará melhor servido com um modelo resistente que seja capaz de fotografar debaixo da água, ou com um GPS capaz de marcar automaticamente o local onde as fotos foram tiradas. 

Digital Life: Se você quer uma câmera de alta-qualidade, porém mais portátil que uma DSLR, procure uma câmera compacta com lentes intercambiáveis ou uma câmera doméstica com controles manuais. E se você quer algo substancialmente melhor que a câmera de um celular, procure por um modelo com controles manuais, um modo contínuo rápido ou um zoom acima da média.
A boa notícia é que câmeras digitais tendem a manter seu valor por muito mais tempo que outros eletrônicos. Na hora de um upgrade, você provavelmente poderá cobrir boa parte do custo da câmera nova vendendo a antiga. Basta cuidar bem dela.

O que realmente importa na hora de comprar uma impressora?


Digital Life:  não importa se ela é laser, multifuncional ou jato de tinta: ignore a velocidade e concentre-se nos custos de impressão
O que não importa
Velocidade de impressão: os números anunciados pela maioria dos fabricantes deveriam ser indicativos que quanto tempo uma impressão irá demorar, mas geralmente eles são calculados usando métodos que não refletem as condições de uso no mundo real. Por exemplo, a impresora pode estar em um modo “rascunho” durante o teste, o que resulta em maior velocidade, embora a maioria das pessoas imprima em modo normal. Ou o fabricante pode omitir o tempo necessário para imprimir a primeira página, já que isso inclui um atraso por causa do processamento da imagem. Infelizmente, este mesmo atraso é uma realidade inevitável no dia-a-dia de qualquer usuário.
Há métodos mais realistas de cálculo da velocidade de impressão, como a norma 24734 do ISO/IEC, chamada “Laser Quality Print Speed” (Velocidade de Impressão com Qualidade de Laser), que imprime em modo padrão e inclui o tempo necessário para produção da primeira página. Infelizmente, os fabricantes quase nunca incluem estes números em seu material de divulgação.
O que às vezes importa
Ciclo mensal: este número indica a carga de trabalho que uma impressora pode aguentar, e é importante para empresas ou usuários que exigem mais de suas máquinas. Algumas impressoras de baixo volume, como a que você provavelmente tem em casa, sequer tem um ciclo mensal definido.
Se a impressora tem um ciclo mensal de, digamos, 20 mil páginas, você pode estar certo de que ela foi feita para pegar pesado. Mas você não usa seu carro na potência máxima o tempo todo, e não irá fazer isso com sua impressora: o volume real que você deve esperar é apenas uma fração do ciclo indicado, entre 10 a 25%. 
Resolução de impressão: a verdadeira resolução de uma impressora se tornou menos importante à medida em que os fabricantes manipulam o tamanho, posição e forma dos pontos que compõem a imagem para aumentar sua qualidade sem ir além da resolução mais comum de 600 x 600 dpi (dots per inch, ou pontos por polegada). Se você encontrar palavras como “otimizada”, interpolada” ou “até” ao lado do número, pode ter certeza de que ele foi manipulado. Se você encontrar uma impressora capaz de realmente atingir uma resolução de 1200 x 1200 dpi, algo que ainda é raridade hoje em dia, irã notar que ela é capaz de produzir texto e imagens notavelmente mais nítidos.
Resolução do scanner: encontrada em multifuncionais, e assim como a resolução de impressão pode ser manipulada. Para conhecer o valor real procure o termo “resolução óptica”, mas tenha em mente que para a maioria dos usos uma resolução de 300 dpi é suficiente. Ir além disso resulta em mais tempo para escanear uma página, arquivos maiores e uma imagem que não é necessariamente melhor. Novamente, se você encontrar as palavras “otimizada”, interpolada” ou “até” ao lado do número, pode ter certeza de que ele foi manipulado.
O que realmente importa
Duplexação automática: uma impressora com este recurso é capaz de imprimir nos dois lados de uma página automaticamente, o que economiza papel e dinheiro. A duplexação manual (geralmente auxiliada por avisos na tela ou na impressora dizendo como e quando virar o papel) é melhor que nada, mas a maioria das pessoas a considera um incômodo.
Rendimento por página: todos os cartuchos de tinta e toner tem um número que indica quantas páginas podem ser impressas antes que eles se esgotem. Este número costumava variar muito, mas esforços de padronização por entidades como o ISO/IEC ajudaram a torná-los comparáveis. Ainda assim, os resultados podem variar, dependendo do que você costuma imprimir e com que frequência.
Sabendo o rendimento, fica fácil calcular o custo por página de um cartucho. Basta dividir seu preço pelo número de páginas. Ou seja, um cartucho preto de R$ 39,90 que imprime 200 páginas tem custo por página de aproximadamente R$ 0,20. Leve isso em conta na hora de comprar uma impressora: um modelo com custo por página menor resulta em economia a longo prazo.
Cartucho completo ou “starter”: muitas impressoras baratas vem equipadas com cartuchos de tinta ou toner em tamanho “starter”, que tem menor capacidade do que os cartuchos vendidos separadamente: alguns são suficientes para apenas 10 ou 20 páginas. Muitas vezes eles são anunciados como “brinde”, sem que a diferença seja especificada.

Digital Life:Ou seja, logo logo você precisará comprar cartuchos novos, e o barato acaba saindo mais caro. Por exemplo, se uma impressora jato de tinta usa 4 cartuchos (preto, magenta, ciano e amarelo) e cada um custa R$ 34,90, em pouco tempo você precisará desembolsar mais R$ 139,60 para continuar imprimindo. Leve isso em conta na hora de comparar os preços.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

As cinco coisas que o iOS 5 da Apple, copiou do Android

Digital Life: Usuários de iPhones e iPads podem considerar estes novos recursos como "revolucionários”, mas usuários do Android já os tem há anos.

A Apple anunciou nesta semana o sistema operacional iOS 5, que será lançado no final do ano e incluirá um sistema de notificações melhorado, atualizações via internet e armazenamento de dados “na nuvem”. Você pode até achar que estes recursos são “mágicos” ou “revolucionários”, a não ser que seja usuário de um smartphone Android. 

Nesse caso, vai chamá-los de “coisas que já uso faz tempo”.
Os novos recursos no sistema da Apple serão bem-vindos entre os usuários de iPhones e iPads, mas é difícil chamar o iOSs de “o sistema operacional para aparelhos móveis mais avançado do mundo” quando a Apple está correndo atrás da concorrência. Aqui estão cinco recursos que foram descaradamente copiados do sistema da Google.

No iOS 5 os usuários não terão mais que se preocupar com janelinhas de alerta irritantes que interrompem suas sessões de jogos ou leitura. Em vez disso, os alertas (notificações) surgem discretamente no topo da tela, e desaparecem tão rapidamente quanto surgiram.
Com um gesto do topo para o centro da tela é possível “puxar” um painel com todas as notificações (Notification Center, ou “Central de Notificações”), descartar as indesejadas ou acessar diretamente os aplicativos que as geraram. 
É uma ótima forma de lidar com alertas e algo que os usários do Android amam desde 2009, quando o recurso surgiu a versão 2.0 do sistema.

Integração com a nuvem
Com o iCloud é possível fazer um backlup online dos dados em seu aparelho, incluindo aplicativos, configurações, calendários e mais. Se você comprar um novo aparelho com iOS, bastará digitar seu Apple ID e senha para que as configurações sejam restauradas a partir do conteúdo armazenado no iCloud. Não será mais necessário plugar o aparelho a um PC ou Mac, nem usar o iTunes para restaurar um backup.
Usuários do Android já tem acesso ao mesmo recurso: durante a configuração inicial de um novo aparelho basta inserir o Google ID e o usuário tem a opção de restaurar as configurações de um aparelho antigo a partir de um backup online. Neste último caso todos os aplicativos instalados, configurações de e-mail e Wi-Fi, calendários online e até documentos do Google Docs serão reinstalados automaticamente.

Integração com redes sociais
A Apple está implementando no iOS 5 um profundo sistema de integração com o Twitter que permitirá aos usuários “tuitar” diretamente a partir de aplicativos como Photos, Camera, Safari, YouTube e Maps. O Android não tem integração nativa com o Twitter, mas tem algo tão bom quanto chamado Intents. Com isso os aplicativos, incluindo clientes para redes sociais, podem trocar conteúdo entre si.
O resultado é simples: instale um aplicativo de Twitter em um smartphone Android e todos os outros aplicativos que tenham alguma forma de compartilhamento de conteúdo passam a ter a capacidade de acessar o serviço. Você pode compartilhar URLs no navegador, locais no Maps, vídeos no YouTube, fotos da Galeria de imagens e muito mais. E isso também funciona com outras redes sociais, como o Facebook.

Atualizações online
A Apple finalmente alcançou o Android e promete oferecer um sistema que permitirá a atualização dos aparelhos com iOS via internet, sem a necessidade de conexão a um PC ou Mac com iTunes.
O Android tem este recurso desde o primeiro dia, mas tenho que admitir que o sistema é notório pela demora no lançamento das atualizações, já que o processo é parcialmente controlado por operadoras e fabricantes. Será interessante ver o quão bem a Apple conseguirá implementar um recurso que se mostrou problemático para seu principal concorrente.

Bater fotos com o botão de volume
No iOS 5 usuários poderão bater fotos usando os botões de volume na lateral do aparelho, em vez do botão virtual na tela. O que é curioso, já que um aplicativo para iPhone chamado Camera+ tentou incluir este recurso várias vezes, e foi constantemente barrado pela Apple.
Muitos smartphones Android tem um botão dedicado para a câmera, e os que não tem podem fazer uso dos botões de volume (ou quaisquer outros botões no aparelho) graças à flexibilidade oferecida pelos múltiplos aplicativos de câmera no Android Market. 

Digital Life: Mas espere, será que a Apple copiou só o Android? 
Joe Belfiore, executivo da Microsoft responsável pelo Windows Phone 7, disse no Twitter ,  que se sentiu “lisonjeado” em ver tantos recursos de seu sistema aparecerem no iOS 5, entre eles o acesso rápido à câmera e notificações a partir da Lock Screen, upload automático de imagens e integração com redes sociais.
Apesar das acusações de quem copiou quem, o resultado final dessa “troca de idéias” é um só: aparelhos mais sofisticados e com mais recursos. Quem ganha somos nós, os usuários. Não é isso que todos queremos?

E como a Apple tentou em algum momento de desespero alegar que as outras estavam copiando os seus recursos. Então eu vou ajudar ao tio Jobs a se localizar, a Apple lançou tendências com os Ipads e Ipods, as outras seguiram as tendências e incluíram nos seus aparelhos o que eles julgavam ser diferencias em relação aos produtos da Aplle e claro cada um com características próprias, devido os seus Sistemas Operacionais diferenciados.
 E aí Tio Jobs, acabou a criatividade? Ou agora as outras que estão criando tendências?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Deve haver imparcialidade em todos os artigos, principalmente nos que envolvem tecnologia.

Digital Life: Nesta semana junto a pessoas da minha família e com alguns amigos eu havia discutido sobre a imparcialidade na escolha ou indicação de equipamentos eletrônicos. A imparcialidade deve haver quando escrevemos comparativos ou até matérias criticas. Ao ser questionado se eu era imparcial entre os produtos da Apple, Android(Google), Samsung, Motorola e LG. Respondi que sim, mas que nos últimos tempos até eu mesmo havia me questionado, já que em várias matérias, reparei estar  rebaixando o Ipad e Iphone em relação a alguns concorrentes. 

Mas de logo, quero que fique claro, que até nestes instantes eu fui imparcial. E se aconteceram varias matérias onde faço comparações aos produtos da Apple, porque é a dúvida mais constante, devido a enxurrada de aparelhos concorrentes e sim fui várias vezes crítico aos produtos da Apple, não por achá-los inferior, mas por me sentir no direito e impulsionado, a desmistificar o que parece ser mais uma campanha de marketing e não uma realidade. 

Julgo a tecnologia pelo seu conjunto de software, hardware, custo-benefício e depois conectividade, portabilidade e  feedback.(suporte e assistência ao usuário). Além da experiência de ser do setor de TI, uso o conceitos de comparação de detalhes técnicos, pesquisas de aceitação e review´s nos paìses de origem.
 Por seguir esses critéritos, que sou costantemente levado a duvidar da imparcialidade de outros sites ou revistas do setor de tecnologia, que fazem suas avaliações e independente o quanto superior fossem os outros, em relação aos produtos da Apple, os da Apple sempre ficam com a melhor avaliação.
Mesmo, que as pesquisas, dados e números digam justamente ao contrário, já que os produtos com o Android da Google são os mais vendidos nos E.U.A e no Japão segundo a Reuters, Gsmarena e PCWorld.
O sistema operacional da Apple é muito bom, isso é um fato que defendo, o  designer dos seus aparelhos é muito bem feito e seu marketing é muito bem estruturado, mas é o melhor que posso falar sem muitos detalhes. Até entendo usuários que desejam resultados práticos e só farão atividades simples, queiram os equipamentos da Apple.

Mas os usuários exigentes, que precisam de conectividades, transportes de arquivos, queiram transferir suas musicas e vídeos pessoais sem custos adicionais, usá-los como toques, personalizar, trocar, inserir ou ampliar a memória, instalar aplicativos e utilitários direto do PC, que gostam de uma boa demanda de aplicativos free(que não precisam ser pagos), que precisam de boas fotos, filmagens em HD, assistir mídias com formatos diversificados, assistir vídeos em flash como do youtube, variedades de conectividades inclusive e principalmente o DLNA, esses usuários que precisam disso tudo e mais um pouco podem esquecer, até o momento os Ipad´s ou Ipod´s.

Para encerrar quero dizer, lendo um artigo num site, percebi que não estou só nas minhas percepções,  nem nos meus conhecimentos e somo a minha indignação e opinião a deles e as compartilho com todos vocês, no site da revista INFO uma matéria sobre o Ipad VS Xoom, gerou indignação e questionamento entre alguns usuários.
Abaixo, segue o Link se quiser conferir a matéria e mais abaixo alguns comentários de alguns usuários:
Fabiano Alf • 06/06/2011 - 09:15-Pessoal se da trabalho de comentar ainda Reviews da Info. A muito tempo o site faz reportagens pagas, só não vê quem não quer... A reportagem acima nada mais foi do que uma autopromoção para se falar de equipamentos de 2 empresas que "pagam" e bem para aparecer. No final fica os tontos como eu tentando comparar quem é melhor de fato com dados muito mais técnicos do que foi mostrado.
Anderson • 06/06/2011 - 08:20- Concordo com o "Jean Cramer", sem contar a entrada USB, usar como hotspot, HDMI, etc, etc e etc... 
Deni Carson de Souza • 12/05/2011 - 11:37- Engraçado, ao colocar o selo infolab no Xoom, passa a impressão que este foi a escolha da info. Entretanto este recebeu uma nota menor que o Ipad 2. Dessa forma parece que a escolha foi mais emocional, contrariando um review que é racional? 
Weverton Velludo • 12/05/2011 - 11:42- O xoom vai sim ser atualizado constantemente ja que utiliza o honeycomb sem nenhuma modificação da motorola ou seja a google vai ser responsável pela atualização esse negocio da atualização é verdade em smartphones, mais tem muita gente desinformada que acha que no xoom vai ser a mesma coisa, e tem muito macfag falando isso, pra os bobões terem depois a decepção de entrar em um sistema fechado

terça-feira, 24 de maio de 2011

A era "pós-PC" chegou. Mas não jogue fora seu micro ainda.

  Digital Life:  Alguns artigos anteriores escritos aqui no blog criaram algumas polêmicas e  discussões, então como gosto de uma boa polêmica, essa matéria é sobre uma  pesquisa da Forrester que aponta que vendas de notebooks deverão crescer 8% ao ano nos EUA até 2015, apesar da explosão do interesse por tablets. A matéria original da pesquisa foi publicada por PC World/EUA 18-05-2011(Jeff Bertolucci), traduzida e redigida por Digital Life.

Será que a muito discutida “era pós-PC” finalmente começou? O termo tem sido debatido há anos por executivos da indústria e especialistas do setor de T.I, assim como a Digital Life vem difundindo. Seu mais recente uso veio da boca de Steve Jobs, da Apple, durante a apresentação do iPad 2, em que o CEO da empresa chamou o iPhone, o iPod e o iPad de “aparelhos pós-PC” que precisavam ser mais fáceis e intuitivos de usar do que os tradicionais desktops ou notebooks.
Bem, adicione a empresa de pesquisas Forrester Research à lista de observadores da indústria que acreditam que a “era pós-PC” já começou. Em um novo estudo divulgado na terça-feira (17/5), a analista da empresa, Sarah Rotman Epps, diz que atualmente os aparelhos de computação – e a maneira como interagimos com eles – estão passando por uma dramática mudança para:
- Computação onipresente: aparelhos móveis com sensores como acelerômetros, giroscópios e geolocalizadores estão nos libertando das limitações de mobilidades dos desktops;
- Computação casual: smartphones e tablets de boot instantâneo ou que nunca desligam estão acabando com o processo formal de ligar e desligar dos desktops;
- Uma experiência mais íntima: tablets e smartphones são mantidos junto ao corpo, enquanto que usar um notebook ou desktop é “uma atividade de esticar os braços”, escreve analista Epps em seu blog. Isso significa que os consumidores estão usando os aparelhos de computação em locais íntimos, incluindo seus quartos;
- Interação física com os aparelhos: Telas touchscreen, comandos por voz, aparelhos com sensores de movimento como o Kinect, da Microsoft, e câmera com reconhecimento facial permitem que seu “rosto e voz” controlem a máquina. Em comparação, a interface de mouse e teclado do desktop é mais abstrata e menos pessoal.
E o que tudo isso significa? Certamente, a mobilidade e a onipresença dos aparelhos tecnológicos atuais estão mudando a maneira como interagimos com nossos assistentes digitais. Mas notebooks e desktops não irão desaparecer em um futuro próximo.
“Então o que a “era pós-PC” significa? Ela não significa que o PC está morto”, escreve Epps. Na verdade, a Forrester prevê que as vendas de notebooks para consumidores finais nos EUA crescerão a uma taxa de 8% entre 2010 e 2015, enquanto a comercialização de desktops deve sofrer apenas uma pequena baixa nesse período.
E, apesar de as previsões apontarem que 82 milhões de americanos terão um tablet em 2015, mais de 140 milhões terão um notebook até lá, segundo a Forrester.
“Na era pós-PC, o ‘PC’ está vivo e bem, mas ele se transforma para suportar experiências de computação que são cada vez mais onipresentes, casuais, íntimas e físicas”, diz Epps.

Digital Life: A pesquisa só reforça o que tem sido defendido por mim e vem sido observado entre as nossas necessidades e as necessidades corporativas. Dentre essas necessidades, as mais básicas são portabilidade, fácil acesso e rapidez nas informações.  E  claro a idéia começou com o tio Jobs , mas com rivais como Samsung, LG, Motorola entre outras a definição da história esta longe de seguir com a Apple.